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quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Social Killers + Ed e Lorraine Warren (resenha dupla)

Fotos do Livro.


Social Killers: amigos virtuais, assassinados reais.
Autores: R.J. Parker e J.J. Slate.
Editora: Darkside Books.
Ano: 2015.

"Você realmente conhece todas aquelas pessoas listadas como seus amigos? Se o velho ditado 'quem vê cara não vê coração' for mesmo verdade, o que se pode dizer sobre todos aqueles avatares sorridentes que você adicionou? A realidade, ainda que virtual, pode ser bem mais assustadora que a ficção. Enquanto um vampiro precisaria ser convidado para entrar, um psicopata on-line não vai perder a oportunidade de entrar quando encontra janelas abertas. Cuidado com o que você curte. Social Killers - Amigos Virtuais, Assassinos Reais é um livro assustadoramente verdadeiro. Seus autores, RJ Parker e JJ Slate, reúnem alguns dos casos mais angustiantes de criminosos que usaram as redes sociais para se aproximar de suas vítimas. Stalkers, predadores sexuais, assassinos, canibais, torturadores. A lista, infelizmente, não é pequena. E novas solicitações de amizade continuam chegando a cada dia."
  Resumo no Livro.



O que achei do livro:

   Eu gostei bastante de ler sobre todos os casos, é claro que alguns são bem curtinhos e pouco explicativos e outros um pouco mais detalhado. Esse livro não é tão detalhado quanto o outro sobre serial killers da mesma linha que essa - crime scene - lançado também pela Darkside Books. Há casos realmente pavorosos como um sobre canibalismo, outro sobre triângulo amoroso, uma mãe que fazia o filho ficar doente para obter fama na internet, e muita coisa mais horrorosa ainda. O pior foi descobrir que havia pessoas que se candidatavam para "morrer". Acreditem. Um bom livro, no bom sentido, se é que há algum. 


Ed e Lorraine Warren: demonologistas.
Autor: Gerald Brittle.
Editora: Darkside Books.
Ano: 2016.

Fotos do Livro.


O que achei do livro:



   Bom, eu tenho certeza de que vocês sabem quem são essas pessoas e o porque desse título de demonologistas. Provavelmente já assistiram aos filmes Invocação do Mal e todos os seus derivados, e sabem que se algum demônio ou espírito estiver perturbando aí na sua casa, eles seriam perfeitos pra exorcizar tudo. Seriam, Ed já morreu e Lorraine é bem idosa agora. Vai ter que se virar sozinho, meu amigo, sinto informar.
   Mas falando sobre esse livro, tudo o que eu tenho pra falar é que quem vai realmente curtir essa história toda são pessoas que acreditam em tudo isso. Agora pessoas que não acreditam vão achar a leitura meio enfadonha. O livro vai abordar todos os detalhes de alguns dos casos mais famosos desse casal e como eles ajudaram aquelas famílias todas. Inclusive o caso Annabelle está nesse livro também. 
   Eu fui me cansando conforme lia, os casos se pareciam muito e eu percebi que não estava gostando tanto quanto achei que gostaria. Mas outras pessoas amaram. Daí vale o que você acha, se estiver curioso leia e veja se gosta por si mesmo.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

O Último Adeus + Setembro Amarelo

Fotos do Livro.


Autora: Cynthia Hand.
Editora: Darkside Books.
Ano: 2016.

" 'Desculpa, mãe, mas eu estava muito vazio' - Tyler

O Último Adeus é narrado em primeira pessoa por Lex, uma garota de 18 anos que começa a escrever um diário a pedido do seu terapeuta, como forma de conseguir expressar seus sentimentos retraídos. Há apenas sete semanas, Tyler, seu irmão mais novo, cometeu suicídio, e ela não consegue mais se lembrar de como é se sentir feliz. O divórcio dos seus pais, as provas para entrar na universidade, os gastos com seu carro velho. Ter que lidar com a rotina mergulhada numa apatia profunda é um desafio diário que ela não tem como evitar. E no meio desse vazio, Lex e sua mãe começam a sentir a presença do irmão. Fantasma, loucura ou apenas a saudade falando alto? Eis uma das grandes questões desse livro apaixonante.

O Último Adeus é sobre o que vem depois da morte, quando todo mundo parece estar seguindo adiante com sua própria vida, menos você. Lex busca uma forma de lidar com seus sentimentos e tem apenas nós, leitores, como amigos e confidentes."
   Resumo do Livro.



O que achei do Livro:

   Acima de qualquer coisa, eu achei muito tocante. Daquelas obras que a gente lê e dá um aperto no coração, lágrima aos olhos e um sentimento amargo na garganta. Se quando uma amizade se rompe e cada um vai por um determinado caminho, sentimos um amargor na alma, uma saudade de conversas perdidas, conforto no silêncio e abraços sinceros, imagina se não decidimos deixar uma pessoa ir livremente. Imagine se algo nos é tirado sem nenhum aviso prévio. Imagine a dor, a confusão, a saudade violenta e um desespero em entender o porquê. É exatamente isso o que vai acontecer em "O Último Adeus". 



   É claro que o fato de parecer que estamos lendo um diário é desconfortável. Não parece certo. Que direitos afinal temos em descobrir o que uma pessoa não quer compartilhar livremente? Parece errado. Ficamos curiosos sobre essa garota chamada Lex, uma garota que está com algum tipo de problema e que está em terapia por causa disso. Percebemos como ela se sente desconfortável em escrever um "diário" para aliviar as emoções que estava prendendo. E assim descobrimos que existe um buraco dentro dela e esse buraco é Ty. Seu irmão mais novo. Ty cometera suicídio na garagem de casa. Lex queria entender o porque dele ter tomado essa decisão tão drástica. Por que ele fizera isso se ela e a mãe o amava tanto? Por que não dissera que algo estava errado? Essas perguntas permeiam a mente dela. Não a deixam nunca. A dor da culpa formava um nó na sua garganta e isso a estava destruindo. 

   Alexis, Lex para os amigos, tinha uma vida normal e relativamente feliz. Era excepcional em matemática, tinha duas melhores amigas sensacionais, um namorado nerd lindo e que a compreendia em tudo, uma mãe fantástica e um irmão sem igual. O maior trauma da vida dela fora a separação entre seus pais. Seu pai simplesmente resolvera sair de casa e começar uma vida nova com uma mulher mais nova. Não se importava com o que acontecia com ela, nem com seu irmão, uma pessoa que sentia essa separação de um jeito muito forte. De repente, numa determinada noite, toda aquela vida boa desmorona em sua cabeça ao saber do suicídio de Tyler. Saíra de casa de manhã para ir à escola e o deixará lá, normal e sereno como sempre, e a noite recebia a notícia da morte. Era como se fossem duas pessoas totalmente diferentes. A que deixara em casa ao sair e a que encontrou ao voltar. 

   E agora estava ali, se tratando e escrevendo em um diário, porque estava oca por dentro. Não sentia dor, nem raiva, não chorava, mas às vezes parecia que um buraco abria-se dentro dela e ameaçava engoli-la. Já não tinha mais amigos, sua nota em matemática caíra e seu namoro terminou. Voltava pra uma casa praticamente vazia, com uma mãe chorosa que bebia e um pai totalmente ausente. E aliado a isso tudo a sensação de que Ty ainda estava na casa. Que queria alguma coisa e que ela precisava fazer tudo o que podia para que ele ficasse em paz. 

   O que mais me chocou nessa história foi a descrição da vida do Tyler; do garoto jogador de basquete e popular na escola, que estava apaixonado e amava muito a mãe e a irmã, para uma pessoa arrasada, que sentia demais e que não conseguiu lidar com isso. Acredite em mim, não faltarão momentos de você sentir necessidade de parar o livro e deixar toda aquela emoção lhe invadir. É uma história triste, profunda e cheia de amor. A única parte em que não senti a menor empatia foi em saber que ela era um gênio em matemática. Porque sinceramente eu sou uma negação. 



Vamos falar sobre o Setembro Amarelo?

   Esse mês temos uma Campanha de Conscientização sobre a Prevenção do Suicídio, que é uma forma de alertar as pessoas do mundo inteiro sobre a importância de entender a depressão como uma doença. A importância de saber conviver e aprender formas de ajudar essas pessoas. Nem que seja as escutando. Temos um péssimo hábito de achar que Depressão é frescura, que uma pessoa comete suicídio porque é fraca e porque não teve compaixão pela sua família. O que é engraçado já que empatia é uma estrada de mão dupla nesse contexto. A família pode se colocar no lugar desse parente e ele pode fazer o mesmo, mas visando a família. Por que sentimos essa necessidade de acusar um outro ser humano de acordo com as nossas necessidades? Por que não consideramos a tristeza excessiva como uma doença, mas como frescura? É um tabu e as pessoas não gostam de debater sobre isso.

   Quando pensamos em depressão, imaginamos uma pessoa silenciosa, que não se arruma, que não quer fazer nada e que não quer sair dessa situação. Nunca imaginamos uma pessoa popular, que aparenta felicidade e que tem um poder de discussão impressionante. E sabe o por que desse nosso pensamento? Porque nos limitamos a aparência. Jamais passa por nossas cabeças que aquela pessoa sorridente na foto esteja fingindo sorrir, fingindo encaixar-se na sociedade, fingindo ser "normal". Temos pavor da dor. E por isso fingimos não ver todos os sinais que estavam estampados na nossa cara, seja com um parente, com um amigo ou um conhecido. Perdemos a chance de apenas sentar e escutar o que essa pessoa tem a dizer. A dor do outro sempre parece menor do que a nossa. Sempre parece sem importância. O que temos que começar a fazer é a sentir empatia. Pensar: "Posso tentar me imaginar no lugar dele e tentar entender o porque desse comportamento." Sem julgamentos. Podemos ajudar apenas entendendo o outro lado, dando a chance de que essa pessoa diga o que a incomoda, o que a faz chorar e sofrer em silêncio. Podemos dizer: "Você pode me contar qualquer coisa, prometo ouvir. Eu estou aqui e ficarei aqui quando você precisar." 

   O pouco que podemos fazer, às vezes, pode ser muito para o outro. Pesquisem sobre essa causa. Pensem com carinho sobre isso. 

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Dicas de Filmes:

   Bom, está um frio! Mas um frio! Que senhor! E o que combina mais com frio do que um bom filme e chocolate quente? Somente um cobertor. Aí você junta tudo isso e se joga no sofá que a dica de hoje é boa demais. 

COPYCAT: A vida imita a morte.



Ano: 1995.
Direção: Jon Amiel.

   Esse filme me surpreendeu. Lá fui eu assistir ao filme somente por causa da atriz Sigourney Weaver - para quem não sabe é aquela mulher do filme Alien. - e me deparo com um filme brilhante sobre serial killers. Primeiro que assim que começa o filme você já sabe quem é o serial killer, e vai acompanhando como os investigadores do caso tentam descobrir quem é e qual vai ser o próximo passo dele. E para isso eles procuram a ajuda da psiquiatra criminal Helen Hudson, mesmo ela não querendo estar ligada ao caso por causa do trauma que sofreu quando um psicopata tentou matá-la enforcada em um banheiro. E  agora ela está sofrendo de agorafobia. 
   E como o título diz, o serial killer é um copiador, mas ele não se baseia em um único psicopata, ele vai mudando conforme tenta atingir a psiquiatra e tenta terminar o que seu ídolo começou. 



REFÉM DO SILÊNCIO



Ano: 2001.
Direção: Gary Fleder.

  E lá vai eu falar sobre mais um psiquiatra! Conrad é um conceituado psiquiatra que vive feliz com a sua família. Tem um bom emprego, uma filha inteligente e uma esposa amorosa. Tudo ia bem até que ele é convidado para dar um "parecer" sobre o caso de uma jovem que está catatônica. E se não descobrirem o que ela tem, será mandada para uma outra instituição. Conrad decide conversar com a moça e logo pensa que na verdade conforme ela muda de instituição, muda a doença dela. Como se a mesma absorvesse os problemas dos outros doentes. Estaria ela mentindo? Mas uma pessoa mentiria ser uma doente por 10 longos anos? 
   Essa paciente mexe com ele, o deixa curioso sobre esse caso. Mas ele não faz muita questão de tomar o caso do seu amigo e estudá-lo. Essa situação só muda quando sequestram a filhinha dele e pedem que ele descubra um número que a paciente que ele acabara de ver o caso guarda na mente dela. Se ele não descobrir o número tanto a filha como a sua esposa morrem. E agora tudo o que resta para o nosso psiquiatra é tentar desvendar o mistério que envolve a jovem Elisabeth e tentar extrair dessa mente perturbada uma série de números para salvar sua família do poder daqueles bandidos.
   Prestem bem atenção no filme, porque essa parte dos números vai acabar com a sua mente também. 

P.S.: Viu, só? Filmes bem felizes para vocês apreciarem nesse frio. 

sexta-feira, 8 de maio de 2015

O Talismã e A Casa Negra

Foto: Capa do Livro


O Talismã
Autores: Stephen King e Peter Straub.
Editora: Objetiva – Ponto de Leitura – Ed. De Bolso.
Ano: 2013.

    Eu acho que nunca achei um livro de aventuras tão incrível quanto esse. Recomendo mil vezes.

    Jack Sawyer tem apenas 12 anos e já carrega um imenso fardo. Com o pai morto e a mãe morrendo de câncer, ele não sabe o que o aguarda. Quando a mãe decide se mudar com ele pra outro lugar, Jack se sente mais só do que de costume e está se preparando para o pior. Mas é nesse lugar estranho, que uma história mágica se desenrola. Ele descobre que pode salvar a sua mãe se conseguir se apoderar de um talismã; mas para isso vai ter que enfrentar os maiores perigos da sua vida.

Foto: Capa do Livro.


A Casa Negra
Autores: Stephen King e Peter Straub.
Editora: Objetiva – Ponto de Leitura – Ed. De Bolso.
Ano: 2013.

   Agora nosso Jack é um detetive aposentado precocemente numa cidadezinha do interior. Com uma casa que ama e com bons amigos, ele nem se lembra de toda aquela aventura alucinante que viveu aos 12 anos. Mas quando um terrível serial killer de crianças resolve atacar, Jack descobre que o que parecia uma fantasia da sua imaginação era bem real. 


sábado, 5 de novembro de 2011

Metallica - Loverman - Whiskey In The Jar

 

Amante

Há um demônio te esperando lá fora (Até quando)
Há um demônio te esperando lá fora (Até quando)
Ele é macho e está esbravejando e arranhando o chão (Até quando)
E ele está uivando de dor e está subindo pelas paredes (Até quando)
Há um demônio te esperando lá fora (Até quando)
Ele está frágil com o mal e quebrado pelo mundo (Até quando)
Ele está gritando seu nome e ele está pedindo mais (Até quando)
Há um demônio te esperando lá fora (Até quando)

Amante! Desde que o mundo surgiu
Para sempre, Amém, até a eternidade
Tire a roupa eu estou chegando
Ooh, eu sou seu Amante
Porque eu sou o que eu sou, o que eu sou, o que eu sou

L é para o AMOR, baby,
O é SOMENTE por você, que eu faço
V é por amar VIRTUALMENTE tudo aquilo que você é
E é por amar quase TUDO o que você faz
R é para me ESTUPRAR
M é para me ASSASSINAR
A é por RESPONDER todas as minhas preces
N é para SABER que seu amante será a resposta para tudo

Eu serei seu Amante! Até o final amargo
Enquanto impérios queimam completamente
Para sempre e eternamente, Amém
Eu sou seu amante
Então me ajude, baby
Então me ajude, baby
Porque eu sou o que eu sou, o que eu sou, o que eu sou
Eu sou seu amante!

Há um demônio rastejando por todo o seu chão (Até quando)
Há um demônio rastejando por todo o seu chão (Até quando)
Com um coração trêmulo, ele está passando por sua porta (Até quando)
Com o sexo dele esticado na pata saltitante (Até quando)
Há um demônio rastejando por todo o seu chão (Até quando)
E ele é velho e estúpido e ele tem fome e ele está com dor
E ele é manco e cego e ele é sujo e pobre
Me dê mais, me dê mais, me dê mais, me dê mais (Até quando)
Há um demônio rastejando por todo o seu chão (Até quando)

Amante! Aqui estou eu para sempre, Amém
Porque eu sou o que eu sou, o que eu sou, o que eu sou
Perdoe-me, baby
Minhas mãos estão atadas
E eu não tive outra escolha
Não, eu não tive escolha de maneira alguma

Eu irei dizer isto novamente

L é para o AMOR, baby
O é pelo ?Oh yes? que eu faço
V é pela VIRTUDE, assim eu não irei te magoar
E é de MESMO se você me quiser
R é para SERVIR a mim, baby,
M é para dizer que você é MINHA
A é para ALGUÉM do passado, querida
N é para QUALQUER COISA do passado

Amante! Eu tenho um plano principal
Tire seu vestido
E serei seu homem, serei seu homem
Pegue o trono
Segure o manto
Pegue a coroa
Porque eu sou, o que eu sou,o que eu sou, o que eu sou
Eu sou seu amante!

Há um demônio deitado ao seu lado (Até quando)
Há um demônio deitado ao seu lado (Até quando)
Você poderia pensar que ele está adormecido, mas olhe para os olhos dele (Até quando)
Ele quer que você, baby, seja a noiva dele (Até quando)
Há um demônio deitado ao seu lado (Até quando)

Amante!
Amante!
Amante!
Eu serei seu amante!
Até a eternidade
Até os impérios queimarem completamente
Para sempre, Amém!
Eu serei seu amante!
Eu serei seu amante!
Eu sou seu amante!
Eu sou amante!
Yeah, eu sou seu amante!
Amante!
Amante!
Eu sou seu amante!
Eu sou seu amante!
Eu sou seu amante!
Eu sou seu amante!
 
 


Whiskey Na Jarra

Enquanto eu atravessava
as montanhas Cook e Kerry
Eu vi o Capitão Farrell
E ele estava contando seu dinheiro
Primeiro mostrei minha pistola
e então mostrei meu florete
Eu disse "Levante e me entregue
ou o demônio pode te levar"

Peguei todo o seu dinheiro
e era uma boa quantia
Peguei todo o seu dinheiro
e levei para casa pra Molly
Ela jurou que me amava
e que nunca me deixaria
Mas o diabo levou aquela mulher
YEAH!
Pra você saber, ela me enganou facilmente

Muita chuva dum-a-do dum-a-da
Um quinhão para meu papai-o
Um quinhão para meu papai-o
Tem whiskey na jarra

Estando bêbado e cansado
eu fui pro quarto de Molly
Levando-a comigo
Mas não tinha idéia do perigo
Lá pelas seis ou talvez sete
Yeah, eu vi o Capitão Farrell
Eu parti pra cima com minhas pistolas
e atirei nele com ambos os tambores

Muita chuva dum-a-do dum-a-da
Um quinhão para meu papai-o
Um quinhão para meu papai-o
Tem whiskey na jarra

Yeah, Yeah Whiskey...
Yeah, oh

Agora, alguns caras gostam de uma pescaria,
E alguns gostam de caçar aves,
E alguns gostam de ouvir,
de ouvir uma bola de canhão rugindo
Mas eu gosto de dormir
especialmente no quarto de minha Molly
Mas aqui estou eu na prisão
aqui estou com uma bola e uma corrente, yeah

Muita chuva dum-a-do dum-a-da
Um quinhão para meu papai-o
Um quinhão para meu papai-o
Tem whiskey na jarra
Yeah
Tem whiskey na jarra-o

Muita chuva dum-a-do dum-a-da
Muita chuva dum-a-do dum-a-da
Muita chuva dum-a-do dum-a-da
Muita chuva dum-a-do dum-a-da